Quais as ferramentas ideais para automatizar os processos fiscais?

Quais as ferramentas ideais para automatizar os processos fiscais?

Com a automatização de processos fiscais e tributários no país de uns anos para cá ficou menos penoso para as empresas conseguirem organizar a casa de modo a cumprir todas as obrigações tributárias e manter o compliance empresarial. O que antes era feito de forma manual e desordenada passou a ser automatizado, mas nem todas as empresas conseguem ainda contar com ferramentas de gestão de dados que consigam analisar todas as pendências que o Fisco costuma verificar minuciosamente.

Um pequeno entrave para a organização contábil é que as informações passaram a ser disponibilizadas eletronicamente de maneira mais constante somente a partir de 2013, o que cria uma dificuldade em termos de qualidade de obtenção de informações. Para sanar isso, os portais eletrônicos, federais (Receita Federal) e estaduais – onde cada estado está num nível de avanço tecnológico para disponibilizar essas informações, vêm corroborar a consciência do Fisco de que é preciso se informatizar para conseguir manter a arrecadação e o controle das obrigações tributárias das empresas.

“Como antes a maioria das pequenas empresas não tinham meios de fazer uma auditoria completa pelo alto custo e com a crescente automatização dos processos fiscais, nós enxergamos um nicho a ser preenchido no mercado, que é a auditoria eletrônica. Com isso nós conseguimos desenvolver sistemas que buscam as informações contábeis de maneira automatizada e aplicando o cruzamento de dados, dispensando a necessidade da busca e captura desses dados de forma manual por analistas. A grande vantagem é tornar possível pegar um grande volume de dados, como SPEDs com mais de 100MB, e cruzá-los de forma rápida e automatizada, podendo notificar os clientes em caso de inconsistências”, explica Celso Teixeira, gerente de inside sales da Auditto.

Um dos problemas comuns do meio são as declarações não entregues dentro do prazo, ou entregues em branco. Com um software integrado, o controle passa a ser muito mais preciso uma vez que o sistema é capaz de identificar se a declaração foi entregue em branco, conseguindo ao mesmo tempo apontar e corrigir essa falha.

“Com ferramentas especialmente desenhadas para gestão e auditoria, a Auditto consegue capturar as informações de uma maneira automatizada, realizar a organização contábil de uma maneira mais simples de ser traduzida e permitir o cruzamento de dados para apontamento de inconsistências, garantindo o máximo compliance fiscal. Não há concorrentes hoje no mercado com essas três funcionalidades integradas que conversem com o contexto tributário inteiro do cliente”, completa Teixeira.

Um exemplo prático que acontece atualmente são os benefícios que o cliente têm, como créditos a recuperar, ou não tomados, ou não utilizados, e que o Fisco normalmente verifica o período todo de vigência – que são cinco anos, além do ano fiscal atual. Para que a empresa chegue para o Fisco com um pedido de tomada de recuperação de crédito, é preciso garantir que seus arquivos de dados estejam em compliance e certos de que esse pedido seja referente ao período inteiro. Como normalmente isso não é feito por ser extremamente trabalhoso de ser realizado manualmente, é comum a revisão por um período menor que a vigência prevista em lei, acarretando possíveis multas.

Desta forma, a melhor solução é procurar uma empresa de confiança que ofereça as melhores ferramentas de organização fiscal e auditoria para que seu negócio esteja sempre em compliance, evitando perdas financeiras e de tempo.

Post by Flavia

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